Um mergulho no centro da cidade…
Boa noite meus caros leitores,
Tirei essa história de uma das épocas mais inconsequentes da minha vida quando eu simplesmente não me importava com que os outros pensavam de mim. Eu ligava o “foda-se” e o “piloto-automático” e deixava rolar, e quer saber, era uma maravilha por quê a consiência era minha melhor amiga e não ficava me atazanando me pedindo pra parar, eu não conhecia a linha do limite, e o pior (ou o melhor) de tudo sabe qual era? Meus amigos não conheciam também.
Em uma bela e ensolarada semana de prova no meio do semestre do meu 2º ano do ensino médio num colégio chamado Santa Cecília foi quando aconteceu, a brincadeira e nem a idéia surgiram “do nada”, repare que a gente estava no meio do semestre então muita coisa “besta” já havia acontecido e as coisas só vinham piorando e não havia limites, eu não sabia aonde e quando ia parar. Já não muito satisfeito com as brincadeiras de sempre (não vou conta-las agora pois guardarei para as proximas histórias), comecei a bolar algo novo, algo que chamasse a atenção de todos, algo criativo e colossal. No dia anterior eu já havia me preparado, coloquei uma vestimenta e mais alguns apetrechos necessários em minha super mochila para o grande acontecimento, então logo após a prova (a qual eu não fui bem) me aproximei de um grande parceiro de estripulias, um mestre das artes contra professores e educação, um sem noção tanto quanto eu, que era Eduardo Dantas “O Gênio”, me aproximei e disse “Vamos fazer um vídeo?” e ele disse “O que é tu quer fazer?” e logo eu disse “Vamos fazer algo estúpido tipo jackass, vamos tomar banho de sunga na fonte do shopping”, o garotão não pensou duas vezes e disse “Bora!”, só que tinha um problema, na verdade eram dois, nós precisávamos de uma câmera e de alguem pra filmar e logo me lembrei de outro amigo Thiago Fontenele e ele tinha uma câmera, mas faltava alguem, então convidamos o Plínio para fazer parte da aventura (já perceberam que não estou sempre sozinho).
Era perfeito, Eduardo morava bem em frente ao colégio e tudo que ele precisava era subir até seu apartamento e vestir sua sunga por baixo de alguma roupa como eu havia feito. Depois de tudo pronto começamos uma marcha até um shopping próximo ao colégio e é claro que nada de bom pode acontecer quando se tem juntos quatro imbecís e uma câmera, no caminho filmamos alguns “corre nú” (correr com a bunda de fora), alguns topos acidentais e outras coisas mais, lembrando que estávamos no centro da cidade. Finalmente chegamos ao shopping e nos aproximamos daquela belíssima fonte que parecia apetitosa pois já que estava um dia quente, ficamos alí por volta de uns 5 minutos esperando uma brecha da segurança, e acho que um deles nos avistou com uma câmera na mão e começaram a se falar por rádio, essa foi nossa deixa para outro local mais adequado, e foi quando eu me lembrei um um lugar perfeito para a nossa travessura, bem próximo desse mesmo shopping existia outro muito próximo, ele era ao ar livre e ao invés de uma mera fonte havia um rio artificial cortando todo o shopping, sugerí tal idéia para os meus queridíssimos colegas e que acataram-a quase que instantaneamente. Ao nos aproximarmos daquele belíssimo playground proibído senti um ligeiro frio na barriga mas não hesitei e falei “Vai! começa a gravar”, então comecei a me despir rapidamente e assim foi fazendo Eduardo, o idiota ainda trouxe um jornal para fingir uma leitura e então entramos no riozinho, joguei água pra cima e o Eduardo abriu o jornal, foi aí que eu avistei um segurança correndo em nossa direção e meti meu pé no chinelo, peguei minhas coisas e corri pra esquerda é claro que o Thiago e o Plínio fizeram o mesmo, e o Eduardo? Aquele “Jumento” correu para o outro lado sozinho. Quando nos encontrmos depois de dar uma volta por fora do shopping reparo que o Eduardo não estava usando nem segurando nada a não ser sua sunga de banho e então pergunto “Cadê tuas coisas?” e o “Tanso” responde “Deixei lá, pensei que vocês iam pegar”, e por que diabos eu iria pegar as coisas dele durante um fuga cheia de tensão, ao voltar no devido local, nos deparamos com o lugar mais limpo do mundo sem um vestígios das roupas do Tanso.
E o resumo da ópera foi que eu emprestei meus shorts pra ele cobrir suas partes baixas, e então voltamos correndo para o colégio filmando mais algumas travessuras.
Como minha alma é muito generosa, disponibilizarei um dos vídeos que foi resgistrado naquela manhã memorável, espero que gostem.
Muito obrigado e até amanhã

vai crescer!
Fantásticas Histórias: Ora PORRA!!! Num tem nada pra dizer então num vem aqui me encher os pacová…
só tu mesmo oh cara para lembrar dessas coisas..
abraços e parabéns pelo blog
Fantásticas Histórias: Valeu meu irmão, continua entrando que mais boas histórias virão…
Hhahahahahah, como o guardinha chegou rápido…
E bem que o teu amigo podia filmar sem virar a câmera!
Said!!! Tu é o cara!!! UAHUAHAUHAUHA
tenho algumas estripulias gravadas
mas falta coragem de jogar elas na
net hahahahahah
Parceiro coloquei o link do teu blog
entre os “parceiros” do meu blog!
Não esquese de me linkar ai!
Abraços irmão!
PS: deixei o flyer da festa no teu orkut!
Fantásticas Histórias: Valeu pelo prestígio e sucesso pra nossa parceria.