Família não é uma empresa…

•setembro 8, 2009 • 1 Comentário

FAMÍLIA NÃO É UMA EMPRESA OU COMO CATAR COQUINHOS
Fabrício Carpinejar

Estava na mesa-redonda da Bienal do Livro do Rio de Janeiro. Ouvi atentamente a palestra de Içami Tiba, colega de painel, que falou de modo elétrico, seguro e convincente.

É um orador no estilo de grande auditório, conciliando humor com exemplos.

Mas, em algum momento, ele disse: “A família é como uma empresa”.

E aquilo me incomodou profundamente. Aquilo me arrancou a audição.

“É na família que forjamos vencedores. Se os filhos não obedecem, não fazem nada, tem preguiça para qualquer coisa, não ficariam numa empresa, é o mesmo processo.”

Caso meu avô Leônidas escutasse isso, soltaria um de seus xingamentos prediletos: “Vai catar coquinho e deixar de ser besta”.

A família não é uma empresa. Nem deve ser. Não vou demitir ninguém em casa. O pai ou a mãe não é o que queremos deles, mas o que eles podem oferecer.

Estou de saco cheio de ouvir que uma família deve trazer rentabilidade, organização e competência. A cobrança não fixa um lar.

Na minha residência, cada um tinha uma tarefa. Mas não era uma empresa, ou uma cooperativa. Não fui promovido. Não esperava cargos de confiança. Os irmãos me continuavam.

Quando fui demitido uma vez do serviço, expliquei para minha filha de 4 anos o que havia acontecido.

“O trabalho não me quis mais.”

Ela respondeu bem calma:

“São bobos, fique calmo, será meu pai sempre.”

Eu dependo de um lugar para falir na minha vida. Deixe-me ao menos a família.

Eu posso perder tudo, menos a família. A família é meu despertencimento, a adoração dos telhados, o avental no gancho da cozinha. Nem Deus, nem seus capatazes tiram aquilo que foi desejo. Podem subtrair minha memória, mas guardarei o desejo fora de mim. Em minha mulher.

A família é o único lugar que continuaremos vivendo sem a expectativa de acertar. Mente-se diante da agenda, não de um prato de comida. Precisamos de um espaço para falir, para errar e se debruçar em nossas fraquezas. Já tenho que ser funcional no emprego, no lazer, nas relações com os outros. E agora a sugestão é que trabalhemos também na família. Isso é exploração infantil, isso é jornada dupla, isso é transformar elos naturais em conexões automáticas.

A família depende de uma única coisa: a intimidade. E intimidade não é emprestada, intimidade é não pedir de volta.

A família é o único lugar que me permite ser verdadeiro. É o único reduto de autenticidade. Não vamos colocar a competição dentro dela. Ou encher os nossos filhos de horários e de obrigações para que não pensem bobagens. Eles carecem das bobagens para escolher seus caminhos. Ser ocupado não nos torna importantes; não nos torna responsáveis. Envelhecer é se desocupar para a amizade.

Quando pequeno, não fiz natação, não fiz inglês, não fiz informática, não fiz o raio-que-parta. Eu tinha o tempo livre depois da escola e jogava futebol com os colegas, roubava frutas e brincava na casa dos vizinhos. Voltava para a casa quando a mãe gritava: “tá na mesa!”. A infância é própria para a vadiagem. Quando iremos vadiar de novo?

Se a família é uma empresa, um dia os filhos vão pedir demissão, um dia o pai e a mãe vão se aposentar, um dia os tios vão pedir concordata, um dia o genro vai desviar recursos.

Na família, os laços são eternos e não provisórios como uma empresa. Família não é trabalho, família é experiência. E nunca haverá perdedores na família, mas irmãos e filhos e pais. Eles são a família, não um referencial de realização.

Essa exigência de sucesso na família implica em não aceitar os perdedores. O que são os perdedores senão os mais sensíveis à pressão? Por isso, famílias se assustam com os problemas e escondem filhos alcoólatras, drogados e doentes em clínicas. Sofrem com a cobrança pública. Temem a exposição de seus defeitos.

Família é ter defeitos, é ter fantasmas, é ter traumas. Frustração é não contar com uma família para se frustrar.

Família é compreensão, não um acordo.

Não temos que alimentar vergonhas de nossas vergonhas. Família é onde tiramos os sapatos e deitamos os casacos. Não promoverei reunião-almoço na minha sala. Não afastarei um parente pela malversação. Não solicitarei a restituição das mesadas. Não exigirei que minha filha escolha Medicina ou Direito pela estabilidade. Não condiciono minha paixão a resultados.

Um patrão nunca será um pai. Não procuro disciplinar meus filhos, o amor é a mais suave disciplina. E o abraço é a minha desordem

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Uma pausa…

•agosto 27, 2009 • 1 Comentário

Caros leitores,

Depois de algum tempo sem escrever nenhuma história, devido alguns outros compromissos. Vou dar uma pausa para escrever outro blog, cujo meu interesse está mais focado… Mas não se preocupem, o blog continuará no ar caso eu queira escrever algo…

Um grande abraço…

PDM Rangers – Capítulo 2

•julho 3, 2009 • 1 Comentário

Eles Estão de Volta… Em Sua Mais Nova Aventura..

PDM Rangers… Finalmente o segunto episóido dessa saga.. intrigante e cheia de aventuras…

Quem não se lembra da ultima aventura, em que os Rangers; Panda, Vaca, Tatu-Bola, Coelho e Pequinês lutaram bravamente contra a poderosa Gostosa do Lago.
E agora, depois de alguns meses os nosso Rangers estão prontos para salvar Fugueteirópolis novamente.

Estrelando:
*Ranger Galinha
*Ranger Puddle
*Ranger Gorilla
*Ranger Gazela
*Ranger Flamingo

Em… As aparições da Aparecida Safada.

-No Centro de Comando, os rangers estavam reunidos…

Arthur: Já faz mais de 5 meses que os outros rangers entraram de férias e nada acontece desde então, o ENSAT sempre estável… hummm acho que o Lord Fuguete deve estar tramando algo muito perigoso. (Dãhnnn… já era pra ter se tocado neh?)

Danilo:- com um ton de sarcasmo diz – Ahh.. não me diga… Soh nos resta saber o que e quando né Ranger Primata.

-Arthur dá uma olhadinha gelada para o Danilo.

Felipe S.: Por esse motivo não devemos relaxar, nunca sabemos o que…

Derrepende um susurro:

…- VENHAM!!!

Diego V.: Ouviram isso???

…- Venham aqui!!!

J. Alfredo: Ahnn.. Vai vamos lah… ela é tão linda… vem cá vem lindona.

– E nosso ranger começa a seguir na direção de uma coisa que aparentemente só ele está vendo.

Arthur: Que é isso J. Alfredo, volta aqui cara tá loco??

J. Alfredo: Não.. eu to indooo.. vem também, vc vai gostar…

– Derrepente… Tzummmm.. J. Alfredo some do nada

TODOS: HAN??

Diego V.: Cadê ele?

Arthur: Isso só pode ser obra do Lord Fuguete…

Danilo: – bem sarcastico – Não me diiiga.

Felipe: RÁPIDO OLHEM!

-Todos foram em direção ao ENSAT, seus sinais de localização estão sendo enviados… mass… onde fica este lugar.. parece algum tipo de….

…- OUTRA DIMENÇÃO!!

Felipe: QUEM DISSE ISSO?

…- A única coisa de que precisam saber é que sou um ranger e que se quiserem salvar seu amigo terão de confiar em mim…

Danilo: Quem é v…

…- CALADO!!! Quando eu contar até 3 terão de fechar seus olhos…

– Então todos balançaram a cabeça e fecharam seus olhos..

…- Todos Prontos? 1… 2… 3!!!

– Tudo passou a tremer e um vórtice de luzes brancas, violetas, verdes e brilhantes começou a se formar no chão do Centro Comando e entraram nele passando a se mover em velocidades extremamente altas…

Felipe: Aguentem firme pessoal… vamos ficar o mais juntos possível.. aqui, vamos dar as mãos…

Diego V.: AHh.. eu não connsigo.. ahhh… PEGUEI!

Danilo: Seguura negada..

– Derrepente… Bum! Tudo para… Silêncio absoluto, os Rangers atordoados não sabem onde vinheram parar… devagarosamente eles começam a olhar seu redor e se deparam com um ambiente parecido com um pântano cheio de névoa, árvores de galhos tortos e muito lôdo.

Arthur: Pessoal – fala sussurando – acho que é hora de morfar…

Danilo: Num diiiga…

Arthur: xiuuuu.. fica na tua aí..

Todos- HORA DE MORFAR!!!

Arthur! Ranger Gorila, Danilo! Ranger Galinha, Diego! Ranger Gazela, Felipe! Ranger Flamingo.

Ranger Flamingo: Vamos Rangers por aquela brecha ali…

– Todos começaram a andar pelo pantâno sombrio..

…- Hihihihi – ecoava uma voz feminina – huhuhuhuh…

– Eles se entre olhavam..

…- Danilo Tesudooo- disse uma sensual voz feminina-

Ranger Galinha: Acho que estou começando a gostar dela, hehehe…

Ranger Flamingo: FICA ATENTO.

-Derrepente…

…- OI!

-Todos param… uma mulher de branco abominável e ao mesmo tempo possuia um corpo sensual, se entrava com a boca quase que encostando na orelha do Ranger Flamingo.

Ranger Gazela: SE ABAIXA!!!

– BuTUMM!! seu coice acerta em cheio o busto da mulher de branco e ela voa longe.

…- Aaarrrghhh…

Ranger Gazela: Você está bem cara??

Ranger Flamingo: Esta foi por pouco.. eu quase ia..

…- HAHHAHAHA HAHA HAHAH HUA HUA – Risadas maléficas ecoavam no pântano.
– É assim que vocês pensam que irão me derrotar, HAHAHA HUAHUA HAHa…

Todos: QUÊ??

-Tudo agora começa a mudar de formato. eles agora se deparam num campo aberto e florido, e em cima de uma pirâmide lá esta J. Alfredo, semi-nú amarrado em correntes de aço…

J. Alfredo: Me ajudem Rangers ela estava me usando como um brinquedo… já não aguento mais…

Danilo: Que?? Eu queria ser esse brinquedo…

Ranger Gorila: Você está bem J. Alfredo??? Vou te tirar daí…

– Então com seu grande pulo primata ele cai ao lado de J.Alfredo e um único golpe o arranca das correntes e o põe em seus ombros.

…- Não tão rápido assim grandalhão…

– Derrepente o Ranger Gorila se depara agora com uma das correntes amarrada em seu pé direito e sendo puxado para traz e fazendo J. Alfredo cair junto aos outros Rangers..

J. Alfredo: Aaaiaaaii…

Ranger Flamingo: Tudo bem aí..

Ranger Galinha: Cara!! Se cobre ai, daqui da pra ver o seu …

J. Alfredo: HORA DE MORFAR! Ranger Puddle!!

Ranger Galinha: Melhorou..

Ranger Gorila: Pessoal, meu pé!!!

Ranger Gazela: Gorila!!! Atraz de você!!

– Todos agora poderam ter uma clara visão da Aparecida Safada que estava a dois passos atraz do Ranger Gorila, uma criatura extremamente peculiar, que deixava qualquer quer um louco de pedra.

Ranger Gorila: O quê? – ele fala virando sua cabeça pra traz – AAHHhhhhh..

Aparecida Safada: Você é meu agora.. fofinho…

Ela com os braços esticados faz um curto vôo em direção ao Ranger Gorila.

Ranger Flamingo: MINHA VEZ!!! Dança Hipnótica!!

– Era incrível, luzes florecentes e penugens cor-de-rosa começaram a saltar do Ranger Flamingo, seus pés começaram a fazer movimentos espetaculares de dança, uma coreografia jamás vista, era muito forte, todos inclusive os Rangers estavam paralisados com a apresentação.

Ranger Flamingo: Rangers – fala susurrando -.

Todos: Ahnn.. Dããmmm

Ranger Flamingo: Rangers! – aumenta um pouco o tom da sua voz -.

– Nada Acontece.

Ranger Flamingo: RANGERS! – finalmente gritando -.

Todos: QUÊ?

Ranger Flamingo: Agora é nossa chance, ela está paralisada, precisamos de uma estratégia… Gorila, consegue sair daí??

Ranger Gorila: Acho que sim..

– Clackt! Ele parte a corrente com sua força mosntra, e se junta aos outros rangers.

Ranger Flamingo: Rápido pessoal, precisamos agir depressa já estou ficando cansado,
precisamos de um plano..

Ranger Gazela: Eu posso dar um coice nela como fiz da vez passada…

Ranger Flamingo: Não.. aquilo é só uma ilusão, precisamos saber onde ela se encontra de verdade.

Ranger Puddle: Eu sei! não é tão distante daqui, foi aonde ela tentou enfiar um…. deixa pra lá, me sigam…

Ranger Flamingo: Só posso aguentar por mais 15 minutos..

Ranger Puddle: Gazela e Galinha venham comigo, o Gorila fica dando cobertura pro Flamingo caso algo aconteça.

Rangers Gazela e Galinha: OK!

E então eles correram em direção ao esconderijo, enquanto o Ranger Flamingo a mantia presa na Ilusão Dançante.

Ranger Puddle: Rápido – disse ofegante – É logo ali naquela fresta entre as rochas…

– Ao chegar lá eles se depararam com uma das mais belas criaturas jamás vistas, ela tinha pernas grossas e definidas, um bumbum com a consistência e fotmato perfeito, uma barriguinha que deixa qualquer um a deseijar, sobre seus seios tinha um top coladinho que os deixavam mais unidos do que já eram, com cabelos dourados até o meio das costas e um rosto um pouco sardento e angelical.
Ela se encontrava sentada em uma cadeira e parecia estar em algum tipo de transe.

Ranger Galinha: O quê?? eu não consigo se quer levantar o dedo pra essa belezinha!!!

Ranger Puddle: Ela não é o que parece meu amigo, confie em mim…

Ranger Gazela: Eu estou contigo, tá bom demais pra ser verdade.

Ranger Galinha: E agora?? o que que faremos, nossos poderes não servirão pra um confronto corpo a corpo feito esse, acho q precisamos da…

Ranger Gazela: Não..

Ranger Puddle: Super Ultra Arma Astral Laser.

Ranger Gazela: Mas pra poder usar ela precisamos que passar um mês sob abstnencia sexual, essas são as normas do Senhor das Abelhas, o nosso superior.

Ranger Galinha: É a nossa única chance!!!

Ranger Puddle: Todos lembram da oração???

Todos: SIM! Ó Senhor das Abelhas, senhor de todo o mel, nos servirá por dignidade sua arma superior para que podemos livrar o mundo da maldadade e em troca disso lhe daremos o que vos pede.

– Então uma luz vindo de cima se abre e dela começa a descer a grandiosa arma que e cai em cima dos ombros dos Rangers.

Ranger Flamingo: Eles estão demorando demais, Não consigo resistir, vou ter que parar.

-Foi instatâneo, no momento que o Ranger Flamingo parou sua dança a verdadeira Aparecida Safada abriu seus olhos diante dos 3 Rangers.

Aparecida Safada: O que vocês pensam que estão fazendo???

Ranger Puddle: Agoraaaaaa!!

Aparecida Safada: O quê??

– Uma luz colossal saiu do gigantesco cano da Arma Astral, varrendo aquela Safada do mapa como poeira…

Aparecida Safada: Nãããããoooo, falhei com você Lord Fuguete, mais uma vez não fomos páreos com os Rangers… ARrrrhggg

Ranger Gazela: Conseguimos.

Ranger Gallinha: Sim..

Ranger Puddle: Isso!!

Rádio: Pessoa!!! – disse o Ranger Gorila pelo rádio transmissor – venham até aqui.

– Ao chegar junto aos outros Rangers..

Ranger Flamingo: Ótimo conseguimos, mas temos outro probleminha… Ainda estamos presos nessa dimensão…

– Derrepente, Tzuuummmm… Num piscar de olhos todos estavam de volta no centro comando…

Ranger Desconhecido: Me agradeçam outra hora.. hehe..

– E some sem deixar vestígios..

Ranger Galinha: Puuutz, ele é tão legal, que ele faz sucesso com as garotas… queria ser igual a ele…

FIM FIM FIM

PDM Rangers… Histórias de Ficção

•junho 30, 2009 • Deixe um comentário

Caros leitores,

Um belo dia belo dia estava Eu sem absolutamente nada pra fazer quando eu resolvi criar a história dos PDM Rangers e a qual é baseada em personagens reais, fiz mais de um capítulo (quase uma saga) da história e começarei com uma pequena introdução dos personagens, depois avaçarei para a parte intrigante.

Espero que gostem…

Quem são?

Tiago Lopez – Ranger Panda: Com sua rajada abdominal destroi todos os seu inimigos

Guilherme Albuquerque – Ranger Mamute: Com seu peso colossal, a cada passo a terra estremece…

Arthur Albuquerque – Ranger Gorila (King Kong): Combina sua força do abraço com sua cavidade peitoral criando um super esmagador de crânios.

Diego Freire – Ranger Pequinês: Seu latido agudo pode enlouquecer qualquer ser vivo.

Daniel Beviláqua – Ranger Coelho: Com sua capacidade de se multiplicar em velocidade ultrassônica acaba deixando seus inimigos confusos.

Danilo Polary – Ranger Galinha: Age na cautela pondo seus ovos sem que ninguém perceba.

Diego Vasconcelos – Ranger Gazela: Saltitante e perigoso, seus coices podem ser fatais.

João Gabriel – Ranger Girafa: Tendo a capacidade de elevar seu pescoço radar até 5.000 metros acima do nível do mar tem a possibilidade de avistar, controlar ou até desviar o envio mísseis, foguetes e protótipos.

João Victor – Ranger Vaca: Sua capacidade de aumentar seu estômago em até 10 vezes seu próprio tamanho se transformando assim em um rolo compressor.

João Alfredo – Ranger Puddle: Podendo criar bolas de pelo e com um tiro certeiro e acertar diretamente em qualquer cavidade de ser adversário.

Lucas Paraíso – Ranger Baleia: Com jatos de água escondidos pelo o corpo, seu adversário nunca sabe de onde a água vem.

Daniel Macêdo – Ranger Tatu-Bola: Quando está em sua forma circular atinge super velocidades.

Felipe Santiago – Ranger Flamingo: A dança do flamingo desse ranger pode causar sérios danos cerebrais, ilusões e alucinações.

Zeti – Ranger Camaleão: Troca de aparência e estilo com ultra rapidez para confundir seus oponentes.

Rui Neto – Ranger Pomba: Traz a paz, mas quem o provoca-lo seu tiro aéreo pode ser certeiro.

Eymard Freire – Ranger Desconhecido: Aparece derrepente, supreendendo seu inimigo por trás, ninguém nunca o viu por mais de 1,5seg.

1º Capítulo – Os Rangers e a Gostosa do Lago (a aventura está só começando)

Estrelando:
Ranger Panda
Ranger Pequinês
Ranger Coelho
Ranger Vaca
Ranger Tatu-Bola

Era um belo dia, tudo parecia calmo na cidade de Fugueteirópoles, Lopez, Diego e Daniel (bebis) estavam tendo uma conversinha entre amigos próximo ao lago no centro da cidade, enquanto João Vitor e Daniel (baxim) estavam no centro de comando analisando as ENSAT ( Estatísticas, Naturais e Sobrenaturais do Ambiente Terrestre) quando derrepente:

– Daniel (baxim): Olhe J.V. estes números não parecem estar normais!!!
– J.V. : É verdade estão crescendo rapidamente, esses sinais parecem estar vindo da região central da cidade.

Enquanto isso nas proximidades do lago…

– T. Lopez: Vixe doidoo olha ali oh… – se referindo a juliana (a vizinha)
– Daniel (bebis): É… eu já tinha visto, diz aí que eu já peguei…
– Diego Freire: Dexa de ser quexuuudo daniel mah…
– Daniel (bebis) – fala susurrando – Diego você não sabe que eu sou o Ranger Coelho…
– T. Lopez: hahahhahahhahaha…

Derrepente o chão começa a tremer…

– T. Lopez: O que é isso???
– Diego Freire: Não sei, mas está vindo do lago…
– D. (bebis): Será que é o Ranger Mamute???
– T. Lopez: Não tenho certeza…

O centro do lago começa a borbulhar e um jato de água espirra bem alto saindo das profundezas molhadas uma mulher com seios e quadris que chamariam a atenção de qualquer Ranger, suas partes íntimas eram cobertas apenas por pequenos pedaços de alga, e ela disse:

Gostosa do Lago: Fui enviada pelo Lord Foguete para acabar com os PDM Rangers, vocês estão me dando muita dor de cabeça… Peguem eles meus capangas!

E então centenas de Monstros Lôdo sairam de dentro do lago em direção aos nossos Rangers.

T. Lopez: Olhem, estão vindo em nossa direção Daniel (bebis) contacte os outros Rangers, somente nós três não daremos conta deles sozinhos. Eu entrarei em ação!!!
é Hora de Morfar!!! RANGER PANDA!!!

– Ranger Panda: RAJADA ABDOMINAL!!!

Um luz branca sai de seu abdómen detonando mais de 20 Homens Lôdo.

– Ranger Panda: PRECISAMOS DE AJUDA!!!

– Daniel (baxim) e J.V.: Estamos a Caminho

E então no meio da ação chegam via teleporte Ranger Vaca e Ranger Tatu-Bola já morfados.

-Ranger Vaca: E então??? o que foi que aconteceu aqui?

-Ranger Panda: Pessoal é a Gostosa do Lago, vamos atacar antes que seja tarde de mais.

-Ranger Tatu-Bola: É pra já!!! BOLA MORTAL!!!

E então Ranger Tatu-Bola acopla sua cabeça em sua barriga, formando assim uma bola super hiper veloz atingindo dezenas de Monstros Lôdo.

-Daniel (bebis): E nós, vamos ficar parados aqui???

-Diego Freire: Hehehe, claro que não. É HORA DE MORFAR!! RANGER PEQUINÊS!!!

-Daniel (bebis): É HORA DE MORFAR! RANGER COELHO!!

Porém, com todos Rangers morfados não paravam de sair Monstros Lôdo do lago, enquanto isso, nossa super vilã se divertia assistindo os Rangers ocupados com seu capangas.

-Ranger Vaca: Quer saber, tá na hora de acabar com isso… SUPER ROLO COMPRESSOR!!!

Derrepende Ranger Vaca reune a massa de mais de 4.000 hamburguers, tornando seu corpo 57 vezes maior e então estrassalhando mais umas dezenas de Mosntros Lôdo.

-Ranger Pequinês: Eu também não vou ficar parado… LATIDO INFERNAL!

O som peculiar que sai do Ranger Pequinês faz várias cabeças Lôdo explodirem de agonia…

Ranger Coelho: É a minha vez…CÓPIAS MULTIPLAS!!!

Centenas de mini Rangers começaram a se proliferar atacando e terminando com todos os Mostros Lôdo e logo após isso os mini Rangers desapareceram.
Era notável a mudança do humor da Gostosa do Lago, e derrepente.

-Gostosa do Lago: AAAAhhrrrgg, seus Rangers Imbecis, tiveram sorte dessa vez mas com certeza não serão páreo para mim!!! PEITOOOS DE AÇOOO!!!

Seus peitos cresceram rápidamente de tamanho e ficaram maciços e elásticos, e foi em direção aos Rangers.

-Ranger Pequinês: Eu pego ela!!! YAHHH…

Gostosa do Lago: Bobinho…

Seus poderosos peitos acertaram em cheio a cabeça do Ranger Pequinês, o deixando inconciente.

-Ranger Tatu-Bola: Ah não… ela é muito forte.

-Ranger Panda: Se trabalharmos juntos podemos dete-la

Ranger Coelho e Ranger Vaca: SIM!

Gostosa do Lago: HAHAHA, vcs nunca irão me deter. SUPER SENSUALIADADE MÍSTICA!

Uma voz de desejo e fantasias começa a sair da Gostosa do Lago, gritos provocantes faz nossos Rangers enlouquecerem…

-Ranger Coelho: Não podemos cair nessa armadilha…

-Ranger Tatu-Bola: É muito forte, não estou aguentando.

-Ranger Panda: Ela não pode nos vencer…

-Ranger Vaca: NÃO! vamos lá Rangers! REUNIÃO DE FORÇAS!

-Todos: SIM! SUPER BOLA, MULTIPLA, CINTILANTE, COMPRESSORA!!!!

-Gostosa do Lago: O que é issoooo???

Um brilho intenso sai dos Rangers formando super bolas que arrastam a Gostosa do Lago de volta pras profundesas de onde veio…

-Gostosa do Lago: NÃÃÃOOOO!!! isso não é possível… O Lord Foguete não irá gostar nada disso. AAAAAAAAAAAAAAAAAAAaRRRrrrrrghhhghghghh.

Ranger Coelho: É isso ai Rangers!!!!

Ranger Pequinês: Ahn ahn.. o que foi que aconteceu?

Ranger Panda: Calma cara, está tudo bem agora, vamos voltar para o centro de comando…

Então graças aos nossos Rangers Fogueteirópolis está salva… Por enquanto.

FIM

(aguardem próximas aventuras)

Atolados na neve…

•junho 29, 2009 • 1 Comentário

Boa noite caros leitores,

Estou mais uma vez tentando prender a atenção de vocês com mais uma belíssima história, e essa a qual estou prestes a escrever vem de uma época que causou uma das maiores mudanças em minha pessoa, a minha primeira viagem para o exterior.

Foi nos Estados Unidos em que concluí meu ensino médio, uma experiência que mudou minha pessoa e toda a história ainda se encontra intacta em minha memória. Então vou apertar no “botão de passar pra frente” e simplemente pular alguns capítulos da minha história (até porque não posso contar todas de uma vez só) e chegar na parte em que realmente interessa.

Já se faziam 7 meses que eu morava em Minnesota, norte dos Estados Unidos que fazia fronteira com Canadá e como alguns de vocês sabem, no meio de janeiro no hemisfério norte e na região em que eu me encontrava neva bastante e faz bastante frio. Não foi fácil arrumar amigos no começo, até por que eu não tinha o mínimo de maturidade de lidar com o choque cultural, somente depois de 5 meses foi que fiz verdadeiras amizade com Kyle e logo depois com Dan que continuam sendo meus amigos até hoje. Kyle era um cara sem noção total das coisas e que somatizado com a minha irreverência talvez fosse como feijão com arroz, o que nos faltava apenas acrescentar Dan “A Farofa”, parece que eu despertei o capiroto dentro de Kyle que estava doido pra sair, eu comecei dando as idéias e quando me dei conta ele já tinha deixado tudo planejado antes mesmo de Eu se quer pensar em nada e foi justamente isso que aconteceu nessa belíssima noite fria.

Nós tinhamos apenas 17 anos e nos Estados Unidos é proíbido beber antes dos 21, eu comecei beber aos 15 e tudo que eu queria era poder curtir minha adolescência perigosamente onde tudo é proibido, e claro que não era só eu Kyle e Dan também. Queriamos de qualquer jeito organizar uma festa bacana onde pudéssemos escutar música alta, beber e farrear, então começamos a pensar nas hipóteses de possíveis lugares e acabamos sem nada, todos os pais eram bastante corretos e nunca deixariam nada ilegal acontecer dentro de suas residências, o jeito continuar pensando.

Certo dia estava Kyle ajudando seu pai (que era carteiro na época) a fazer a sua entrega diária e quando estavam em uma determina rua Kyle notou que seu pai tinha deixado de entregar a correspondência em uma determinada caixa postal e então perguntou:

– Pai, e aquela casa?

– Está abandonada meu filho, já se fazem dois anos que não ouço notícias de inquilinos que moram nela – responde pai de Kyle.

– Hum… – diz Kyle, quase que gemendo.

E o que passou na cabeça de Kyle não era difícil de descobrir, ele já tinha arquitetado o plano perfeito e aquele era o lugar da nossa festa, ali mesmo no carro não perdeu tempo e foi logo desenhando um mapa de como chegar na casa. Logo na mesma tarde ele me liga falando de como o lugar era perfeito pra nossa festa e me pergunta se eu estava afim de ver como era a casa, mas tinha que ser a noite pra não correr nenhum risco.

Então ele me pega em casa e dirige até a casa do Dan, enquanto isso no caminho nós tentamos planejar a festa decidindo quem convidar e quem iria comprar a bebida, chegando no Dan depois de três buzinadas ele aparece meio ranzinza dizendo “está muito frio pra sair e fazer essas merdas” e Kyle disse “cala a boca e vamo logo” e então Dan entrou no carro e seguimos viagem. Depois de mais ou menos trinta minutos procurando o tal lugar foi  quando de repente Kyle reconhece os arredores e diz que estamos nos aproximando e somente depois de mais alguns quarterões e outros minutos extras ele finalmente diz “é aqui!”.

Foi quando eu me deparei com aquela imensa estrada coberta de neve e bem no final havia a sombra de uma casa encondida entre galhos de árvores sem nenhum sinal de vizinhos por perto, nós nos olhamos com aquele ar de dúvida e receio repensando a idéia de ir até aquela casa desconhecida mas quem está no inferno abraça o diabo. Kyle começou a dirigir vagarosamente sob o que parecia ser uma estrada coberta de neve, ela aparentava ser segura o bastante para cruzá-la e chegar ao nosso destino mas como um passo de mágica o carro simplesmente pára e afunda quase um metro.

Todos estávamos estáticos, tanto nós quanto o carro, não havia nada a fazer a não ser sair e ver qual era a gravidade da situação e era ruim. Estávamos no meio do nada com neve passando dos joelhos invadindo propriedade privada e surge “a pergunta”, a quem iria nos tirar dalí, policia? Pais? ou nós mesmos? E é claro que a última opção foi a escolhida sem pensar duas vezes, começamos então a cavar e empurrar sem sucesso na tentativa de fazer o carro se mover. Foram três horas que pude me arrepender pelo resto da vida, dava pra escutar os gritos da mãe de Kyle pelo celular a dez metros de distância dele e enquanto a ajuda não chegava aproveitamos pra checar os perímetros das redondezas cujo eu me arrependi novamente, parecia que Eu estava em um set de filme de terror e a qualquer hora alguma criatura medonha poderia pegar meu pé e me puxar para as entranhas do chão gelado.

Finalmente a ajuda havia chegado, a mãe do Kyle estava furiosa a ponto de pular na jugular de alguem e fazer picadinho dela. Fomos então puxados pra fora daquele inferno gelado e voltamos pra casa frustados de termos tido uma idéia tão ridícula, meu terceiro arrependimento naquela noite foi não ter registrado nada naquele momento marcante, em casa tiramos essa foto interpretando o episódio.

Muito obrigado e até amanhã…DSC00283

Homenagem a um ídolo…

•junho 26, 2009 • 2 Comentários

Seu brilho nunca escurecerá Seus passos que a todos encantaram, o mundo jamais esquecerá Uma estrela que subiu aos céus derrepente, mas sua áurea nunca se tornará obsoleta. A dançar ao som da sua música já me pegara quando criança, até mesmo sem querer. Pois a magia da sua arte nunca ninguém contestou e Michael, sim conquistou. Palavras que escrevo que tentam erradamente sintonizar-se umas com as outras mas com certeza são de coração E posso dizer que Michael um dia me encantou com a chama eterna da emoção. Sim eu fui e ainda serei um fã…

Um mergulho no centro da cidade…

•junho 24, 2009 • 4 Comentários

Boa noite meus caros leitores,

Tirei essa história de uma das épocas mais inconsequentes da minha vida quando eu simplesmente não me importava com que os outros pensavam de mim. Eu ligava o “foda-se” e o “piloto-automático” e deixava rolar, e quer saber, era uma maravilha por quê a consiência era minha melhor amiga e não ficava me atazanando me pedindo pra parar, eu não conhecia a linha do limite, e o pior (ou o melhor) de tudo sabe qual era? Meus amigos não conheciam também.

Em uma bela e ensolarada semana de prova no meio do semestre do meu 2º ano do ensino médio num colégio chamado Santa Cecília foi quando aconteceu, a brincadeira e nem a idéia surgiram “do nada”, repare que a gente estava no meio do semestre então muita coisa “besta” já havia acontecido e as coisas só vinham piorando e não havia limites, eu não sabia aonde e quando ia parar. Já não muito satisfeito com as brincadeiras de sempre (não vou conta-las agora pois guardarei para as proximas histórias), comecei a bolar algo novo, algo que chamasse a atenção de todos, algo criativo e colossal. No dia anterior eu já havia me preparado, coloquei uma vestimenta e mais alguns apetrechos necessários em minha super mochila para o grande acontecimento, então logo após a prova (a qual eu não fui bem) me aproximei de um grande parceiro de estripulias, um mestre das artes contra professores e educação, um sem noção tanto quanto eu, que era Eduardo Dantas “O Gênio”, me aproximei e disse “Vamos fazer um vídeo?” e ele disse “O que é tu quer fazer?” e logo eu disse “Vamos fazer algo estúpido tipo jackass, vamos tomar banho de sunga na fonte do shopping”, o garotão não pensou duas vezes e disse “Bora!”, só que tinha um problema, na verdade eram dois, nós precisávamos de uma câmera e de alguem pra filmar e logo me lembrei de outro amigo Thiago Fontenele e ele tinha uma câmera, mas faltava alguem, então convidamos o Plínio para fazer parte da aventura (já perceberam que não estou sempre sozinho).

Era perfeito, Eduardo morava bem em frente ao colégio e tudo que ele precisava era subir até seu apartamento e vestir sua sunga por baixo de alguma roupa como eu havia feito. Depois de tudo pronto começamos uma marcha até um shopping próximo ao colégio e é claro que nada de bom pode acontecer quando se tem juntos quatro imbecís e uma câmera, no caminho filmamos alguns “corre nú” (correr com a bunda de fora), alguns topos acidentais e outras coisas mais, lembrando que estávamos no centro da cidade. Finalmente chegamos ao shopping e nos aproximamos daquela belíssima fonte que parecia apetitosa pois já que estava um dia quente, ficamos alí por volta de uns 5 minutos esperando uma brecha da segurança, e acho que um deles nos avistou com uma câmera na mão e começaram a se falar por rádio, essa foi nossa deixa para outro local mais adequado, e foi quando eu me lembrei um um lugar perfeito para a nossa travessura, bem próximo desse mesmo shopping existia outro muito próximo, ele era ao ar livre e ao invés de uma mera fonte havia um rio artificial cortando todo o shopping, sugerí tal idéia para os meus queridíssimos colegas e que acataram-a quase que instantaneamente. Ao nos aproximarmos daquele belíssimo playground proibído senti um ligeiro frio na barriga mas não hesitei e falei “Vai! começa a gravar”, então comecei a me despir rapidamente e assim foi fazendo Eduardo,  o idiota ainda trouxe um jornal para fingir uma leitura e então entramos no riozinho, joguei água pra cima e o Eduardo abriu o jornal, foi aí que eu avistei um segurança correndo em nossa direção e meti meu pé no chinelo, peguei minhas coisas e corri pra esquerda é claro que o Thiago e o Plínio fizeram o mesmo, e o Eduardo? Aquele “Jumento” correu para o outro lado sozinho. Quando nos encontrmos depois de dar uma volta por fora do shopping reparo que o Eduardo não estava usando nem segurando nada a não ser sua sunga de banho e então pergunto “Cadê tuas coisas?” e o “Tanso” responde “Deixei lá, pensei que vocês iam pegar”, e por que diabos eu iria pegar as coisas dele durante um fuga cheia de tensão, ao voltar no devido local, nos deparamos com o lugar mais limpo do mundo sem um vestígios das roupas do Tanso.

E o resumo da ópera foi que eu emprestei meus shorts pra ele cobrir suas partes baixas, e então voltamos correndo para o colégio filmando mais algumas travessuras.

Como minha alma é muito generosa, disponibilizarei um dos vídeos que foi resgistrado naquela manhã memorável, espero que gostem.

Muito obrigado e até amanhã